Dizia
um certo amigo meu
Que
na cidade onde morava
Existia
uma família ali
A
qual o povo se assustava
Pois
eram tão esquisitos
Que
ninguém atenção dava.
O
chefe da família
Era
o tal compadre Zé
Era
aleijado da mão
Da
perna e do pé
Andava
assustando
Com
o que fazia em pé.
Só
tinha uma perna
Ficava
de pé então
O
povo achavas esquisito
Fazer
tudo com uma mão
Fazia
coisas impossíveis
Como
fazem os ladrões.
A
casa era de assombração
As
coisas lá se mexiam
E
havia até fantasmas
Que
vazias enchiam
E
faziam barulho
Com
as coisa que faziam.
Fala
este amigo meu
Que
pessoas entravam lá
Só
via entra pessoas
E
não saiam de lá
Só
ouvia os gritos
De
pessoas a chorar.
Perguntei
pela policia
Que
existia na cidade
Ele
disse que policiais
Não
eram de verdade
Pois
eram do mesmo lado
Da
família sem piedade.
Todos
eram muitos más
Matavam
por brincadeira
Lá
não podia dizer nada
Se
não ia pra cadeia
Só
que tudo era besta
Era
uma grande besteira.
Disse
o amigo meu
Que
quando está cheia a lua
Alguns
viram lobisomem
Saem
pro meio da rua
E
procuram as mulheres
Faz
tudo e deixa nua.
Há
também vampiros
Que
sangue eles querem
Os
homens que há na rua
Batem
e os ferem
E
as mulheres da rua
Pega
e o sangue bebem.
Falei
pro meu amigo
Que
tudo era besteira
Ele
lia muitos livros
Quem
sabe era brincadeira
Não
existe estas coisa
Em noites de lua cheia.
Todos os direitos reservados: Eliel Silva